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QUER SABER MAIS SOBRE FOTOGRAFIA DE SURF?

Atualizado: Jan 26

As melhores experiências da vida jamais poderão ser esquecidas! E nós, do Nalu Surf Club, valorizamos cada momento especial na vida de nossos alunos.


A primeira aula, o primeiro drop, a primeira onda surfada inteira, a evolução em cada aprendizado. Tudo isso pode ficar registrado e ser entregue a você, como uma linda lembrança.


Oferecemos serviços de fotografia de surf profissional para que você não perca nenhum momento exclusivo. Nosso fotógrafo é especializado em surf e garantes cliques incríveis das suas aulas. Você pode contratar a sua sessão de fotos diretamente com nossa equipe.


Gostou da ideia? Conheça nosso projeto e entre em contato para mais informações.




Conheça Luiz Fernando Bernandes, o fotógrafo oficial do Nalu Surf Club



Ele nasceu perto do mar e antes de se apaixonar pela fotografia se encantou pelo surf. Provavelmente por isso que seus cliques impressionam: conhece como ninguém o tempo da foto (e da onda) perfeita.


Luiz Fernando Bernandes é natural de Itajaí. Foi escolhido como fotógrafo oficial do Nalu Surf Club pelo feeling ao fotografar surfistas e ondas. As imagens são verdadeiras obras de arte repletas de técnica.


Mas as fotos de surf são diferentes dos demais tipos de fotografia?


Sim! É preciso ter um olhar diferenciado para entender o que está acontecendo no mar.


Ele explica que a principal diferença da fotografia do surf está no olhar, na experiência da pessoa, em conhecer o esporte e reconhecer qual é o melhor momento para fazer o click.


Primeiro é importante entender o surf para que as fotos fiquem ainda melhores. Depois é fundamental sempre estudar e desenvolver as habilidades para fotografar este tipo específico de prática esportiva.


“O diferencial não está no equipamento ou na técnica de fotografia; o diferencial real é na sua vivência, naquilo que você se propõe a fotografar”, afirma.


O começo


Ele começou no mundo da fotografia em 2010, quando um amigo comprou uma filmadora de mão. Alguém precisava operar a câmera e Luiz ficou interessado naquele novo mundo.


Ficar na areia era atrativo, mesmo sem o menor conhecimento. Na época outro amigo do fotógrafo comprou uma Go Pro. Surgiu então a necessidade de arquivar e tratar todas essas imagens.


A ideia, no início, era apenas melhorar o aspecto dos vídeos captados.


Para dar conta do recado foi preciso pesquisar informações sobre tratamento de imagens em todas as fontes disponíveis. Youtube, revistas, internet, livros... tudo era bem-vindo. O desafio era aprender sobre composição fotográfica, tratamento de imagem, configuração de câmera e outras técnicas.


Filmadoras x câmeras fotográficas



Apesar do primeiro contato ser com filmadoras, foi preciso entender como funcionava uma câmera fotográfica, já que quase não se encontrava material sobre técnicas de vídeo de surf.


“Mesmo sendo câmera filmadora, muitas técnicas se aplicam aos dois mundos. Naquela época eu encontrava muito mais informações sobre fotografia do que vídeo. Fiquei interessado e vi que a melhor opção era uma câmera híbrida, que fotografava e filmava”.


A paixão pela fotografia


“Eu já estava tendo um conhecimento de fotografia. Posso dizer que a fotografia do surf surgiu na minha vida como uma necessidade”.


E essa necessidade veio para ficar, acabou dando norte à carreira de fotógrafo profissional que se iniciaria anos mais tarde.


Não demorou muito para que Luiz, de fato, se apaixonasse por fotografia. Chegou o momento em que ele conheceu outras áreas e soube o que queria e o que não queria dentro deste mundo.


Agora as fotos já não eram mais vistas apenas como registro e, sim, como uma forma de arte. “Entendi que haviam várias técnicas pra que a gente pudesse aplicar diversos efeitos visuais. Não demorou muito pra sair de um hobby para um estilo de vida”.


Quando tudo se tornou real...


“Lembro um dia que eu acordei as 5 da manhã para filmar um amigo que iria surfar. Quando eu estava indo para filmar esse amigo, de madrugada, eu pensei: que sensação boa! Que coisa incrível, eu poderia acordar todos os dias nesse horário pra trabalhar com isso”.


Ele conta que era normal eacordar cedo pra surfar, mas não era normal eu acordar cedo pra fazer qualquer outra coisa. Esta foi a grande virada!


“Esse dia específico me marcou muito. Daí pra frente eu comecei a apontar para essa direção, da fotografia de surf. E estamos aí até hoje, há quase 11 anos”, finaliza.


Escrito por: Cláudia Reinert

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